Envio de Biópsia

1 – Remoção do tecido a ser analisado (biópsia)
De acordo com as características clínicas da lesão (tamanho, consistência, cor...) e a hipótese diagnóstica, deverá ser eleita a melhor forma de biópsia a ser realizada (incisional, excisional, punção, etc). Na dúvida, o melhor a ser feito é solicitar auxílio ou encaminhar o paciente para um Estomatologista.
Após a remoção do fragmento, este deve ser imediatamente colocado em uma substância capaz de fixar as proteínas e demais constituintes celulares responsáveis pela arquitetura tecidual para que, assim, possa ser realizada uma boa análise histopatológica. Uma solução universalmente utilizada para a fixação de tecidos é o formol em uma concentração de 10%, podendo ser facilmente encontrado em grandes redes de farmácia bem como em lojas especializadas na venda de materiais médicos e odontológicos. É importante ressaltar que a concentração correta a ser utilizada nos casos de biópsia é a de 10%. A utilização de formol em maiores concentrações ou puro poderá resultar em distorções microscópicas e interferir no resultado do exame.
Em casos de urgência ou impossibilidade de obtenção do formol a 10% poderá ser utilizado alternativamente o álcool etílico absoluto (álcool comum). O ideal é que a peça permaneça nesta substância até o momento em que possa ser imersa no formol a 10%.
Um outro aspecto importante infere-se nos casos de lesões extensas ou múltiplas nas quais são removidos mais de um fragmento para análise histopatológica. Nestas circunstâncias, cada fragmento deverá ser acondicionado em recipientes distintos devidamente identificados. O profissional deverá informar os dados de cada área removida separadamente. Por fim, os recipientes ideais para a colocação da biópsia são frascos transparentes de boca larga e com alto poder de vedação. Para maior proteção da equipe odontológica e médica, após o fechamento e identificação pode-se colocar os frascos em sacos plásticos.

2-Identificação da biópsia
Após a colocação do material biopsiado no recipiente com formol a 10%, deve-se proceder com uma cautelosa identificação de tal recipiente. Esta identificação pode ser realizada mediante a colocação de uma fita adesiva ou etiqueta onde deverão constar as seguintes informações:
-Nome do paciente
-Data e horário da coleta
-Profissional responsável e telefone
-Material utilizado para a fixação
Caso existam mais de um fragmento removido, deve-se especificar cada um separadamente. Exemplo: peça 1, peça 2 e assim respectivamente.

3-Preenchimento da ficha de solicitação de exame histopatológico
Apesar de ser uma etapa aparentemente fácil, constitui uma queixa global dos patologistas o mau preenchimento das fichas de solicitação de exame histopatológico. Devido à escassez de tempo e, às vezes, pouca prática na realização de biópsias, o clínico acaba negligenciando informações de importância ímpar para inferência diagnóstica. Todas as informações clínicas relevantes do paciente (história médica, uso de medicamentos, antecedentes familiares...) bem como todo o histórico e aspecto da lesão deverão ser cuidadosamente informados nas fichas de solicitação de exame. Muitos laboratórios possuem os seus próprios modelos de fichas e basta apenas clicar na figura ao lado para obter o formulário de encaminhamento Humanus. 

4-Envio do material para análise
Por fim, o material deverá ser enviado o quanto antes para o Patologista pois este definirá o correto andamento para cada caso, ou seja, se o material deve ser fixado por tempo maior, necessidade de fazer clivagens prévias ao processamento dentre outros detalhes de ordem técnica. 

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